terça-feira, 29 de agosto de 2017

RAC | Ego

Um belo dia chega o meu moço a casa e, como quem não quer a coisa, mete uma música deste álbum a tocar - Ego, de RAC. Sem fazer ideia do que era, primeiramente estranhei mas depois aquela música entrou que nem uma maravilha. 

Música para os meus ouvidos - literalmente!

Depois passou muito rápido pelo álbum, ressalvando desde logo que não gostava mas que eu ia adorar.

E como ele tinha razão! Como ele me conhece! Imediatamente coloquei este álbum em "lista de escuta" (sim, eu tenho essa lista mental, LOL 😜), e bastou uma audição para gostar imenso, uma segunda para adorar, uma terceira para me convencer por completo e começar a ouvir em repeat, familiarizando-me com todas as nuances de todas as músicas. 😍

No outro dia, lá estava eu a ouvir novamente o álbum, a caminho de algum sítio, de autocarro. Ia anotando os nomes das músicas que gostava mais, para escrever este post, até que me apercebi que mais valia era ter escrito as que não me diziam grande coisa. Pois é, não há uma música neste álbum que eu propriamente não goste, só 2 ou 3 não me dizem muito, mas as outras....Amo! 💟

Normalmente, eu primeiro oiço a música, para mim a música em si é tudo e muito raramente ligo ou vou pesquisar sobre o artista em si. Desta vez fui e qual não foi o meu espanto quando descobri que ele - o RAC, nome real André Allen Anjos - é português! Vi que ele já fez algumas outras coisas, não conhecia e ainda não conheço nada. 

Fiquei vidrada neste álbum, POP, pop puro, como eu adoro música pop!!! :)

Vou deixar então aqui as músicas com mais destaque para mim (quase todas, aviso já! 😜 )

FEVER

 Aquele início... Lindo e nem faz adivinhar nada do que por aí vem. E depois, explode, explode num tom pop, leve, uma música ideal para começar um álbum assim. Com um tom extremamente positivo, natural e espontâneo. À medida que a música desenvolve, aqueles sintetizadores lá no fundo, quase que passam despercebidos aos mais distraídos, mas eu tenho um ouvido implacável para aquilo que eu chamo de sintetizadores felizes 😂


NOBODY

 Tenho as minhas reservas quanto a esta faixa, a voz dela não me convence muito. Mas gosto imenso do desenrolar da música, quanto mais perto do final, melhor fica. Adoro aqueles "violinos" (ou sintetizadores a imitar), piano no fim, e adoro a transição natural para a música seguinte, que para mim é das melhores do álbum.


UNUSUAL

Adoro tudo nesta música. A batida extremamente pop, a voz dela, os efeitos da voz dela a desvanecer-se e em duas vozes, no refrão. Love it, love it, love it! E mais uma vez, uma transição para a música seguinte. (adoro álbuns assim, com transições entre as músicas, como se fosse tudo um continuum)


THIS SONG

Amo todo o feeling disco que esta música tem, com o efeito de beat "distante", como se o som estivesse lá bem longe, alternado com uma súbita subida de volume e "clareza" do som. Adoro este mix, adoro a melodia e o desenrolar de toda a música. "Entra" que nem manteiga :P



NO ONE HAS TO KNOW

Para mim, das melhores músicas. Opa, são todas das melhores! Não consigo decidir! xD
Mais uma vez um início discreto mas giro, um tom de disco, e um refrão que é uma explosão de êxtase completa... a voz dele, os sintetizadores todos à mistura  ❤️❤️❤️


THE BEAUTIFUL GAME

 Esta foi a música que ele inicialmente me mostrou. A tal que entrou (quase) de imediato. Digam lá que não é uma explosão de absoluta boa disposição, "bola para a frente", felicidade, energia...?! :D
E depois da explosão, termina em calmaria... e beleza :) e mais uma transição, perfeita, para a música seguinte.


JOHNY CASH
Uma música leve onde se destaca o refrão, que adoro :)


IT'S A SHAME
Começa logo com aqueles sintetizadores iniciais. Adoro esse tipo de sons, como já devem ter percebido :P Depois desenrola-se numa música extremamente pop. Confesso que não gosto da voz dela inicialmente, mas depois no refrão muda e fica mil vezes melhor :D Mais uma música leve, para ouvir em dias bons e solarengos! :P


BE

A primeira vez que ouvi esta música, pensei logo "Lykke Li, is that you?!". Não é, mas podia ser. Adoro este timbre de voz feminina, fiquei apaixonada à primeira audição. E não só a voz dela, mas toda a estrutura da canção, a mistura de sons, aquele tom constante positivo e "do bem". Para mim, uma canção Pop perfeita do início ao fim. Lá está... again, das melhores do álbum :P


HEARTBREAK SUMMER
 
Ainda com os resquícios da música anterior (yet another perfect transition), surge um início tímido e uma voz feminina com aquele tom rouco que tanto gosto de ouvir. E depois.... magia. Esta música é MAGIA! Especialmente aquele final completamente expansivo e que me dá vontade de subir às estrelas. Único defeito: essa parte deveria prolongar-se um pouco mais.


END
Como o próprio nome indica, esta é a música final do álbum, e para mim traduz-se literalmente nisto: coming down from a high. Todo o álbum foi tão enérgico, extásico, positivo, feliz, tudo e mais alguma coisa..... E agora, é tempo de acalmar. É tempo de serenidade. Tempo de levitar.
Os sons, calmos por si, e aquela voz lá bem no fundo a repetir "I am Happy, I am Happy, I am Happy" no início da faixa... Perfeito, perfeito, perfeito.



Este álbum é uma viagem. É um continuum do início ao fim. Todas as músicas são diferentes (embora com a mesma linha condutora), com transições brutais entre si, como se nunca terminasse uma e iniciasse outra, mas sim como se a primeira música se ligasse à última de uma forma natural, passando no entanto por muitas fases diferentes - todas elas, porém, marcadas por um extremo positivismo. É um álbum maioritaramente feito de colaborações (reparem nos "Ft." em quase todas as músicas), portanto com vozes e elementos diferentes, mas todas na mesma onda. Os sintetizadores, a mistura de elementos, a alegria que este álbum transmite, terminando neste "End", nesta pacificidade calma mas feliz como quem terminou de fazer uma viagem inesquecível.

BRUTAL, dou 10 em 10 e recomendo muito este álbum para quem, como eu, é apaixonado/a por música Pop. 💜💜💜


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

LANA REL REY | LUST FOR LIFE - review

Sou fã acérrima da Lana Del Rey, desde que ouvi a "Video Games", back in 2011, estava eu a viver um dos melhores anos da minha vida (Erasmus em Amesterdão, Holanda), quando fiquei vidrada naquela canção, naquele vídeo, nela..... para além de ter ouvido essa canção 15774568 vezes, desde aí nunca mais deixei de a acompanhar!

 

Descobri depois os trabalhos dela antes de se tornar famosa, quando ainda era a Lizzy Grant, e sempre amei tudo nela: o estilo, a voz, e as letras complexas e elaboradas que, apesar de acabarem por bater sempre nos mesmos temas, continuam fantásticas, na minha opinião.

Estamos em 2017 e Lana Del Rey surge agora com o seu 5º álbum em estúdio - Lust For Life 

 A expectativa era muita e muito alta, não tanto com o single que ela lançou com The Weeknd, "Lust For Life", que dá o nome ao álbum (sinceramente, não me convenceu e estava à espera de mais com essa colaboração), mas quando ouvi o "Summer Bummer" pensei logo...... ui, o que está por vir aí!

 

Neste post vou apenas elaborar sobre as músicas que gosto (mais). 

 De uma forma geral, gosto imenso de todo o álbum na sua íntegra. Acho que ela conseguiu manter-se fiel a si mesma, com a sua linha condutora e os elementos musicais que lhe são característicos.

Mas também acho que o álbum está demasiado longo (16 músicas), alguns "album fillers" (músicas um pouco repetidas e que eram escusadas estar lá, sinceramente, e como o próprio nome indica, só servem para "encher"). ADORO a vertente badass, gangster, hip-hop, R&B, um bocado "bad girl" que ela colocou, identifico em muitas músicas influências de Clams Casino (que também adoro, aquelas batidas!). Nota-se também o contexto político (EUA) em que nasceu este álbum e influências bastante nacionalistas, as quais eu confesso que não me identifico tanto. 

 Vamos lá então! 

 LOVE



Lana Del Rey being Lana del Rey 

 Aquela batida "engrandecedora" e até imponente, a melodia, a voz dela e aquela forma dela cantar "It's enough just to make you feel crazy, crazy, crazy, sometimes" é simplesmente tão ela que é impossível não adorar. Excelente forma de começar o álbum, um ótimo prenúncio. 

Denoto também o positivismo dela nesta música:  

"You're part of the past, but now you're the future" 
Doesn't matter 'cause it's enough
To be young and in love "

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 Lust For Life (colaboração com The Weeknd): sinceramente esperava melhor. Podem ouvir aqui.

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Cherry: o mesmo; está gira mas é mais um album filler ao pé de tantas outras coisas que são maravilhosas no álbum. Ainda não existe vídeo oficial no Youtube mas está no Spotify aqui 

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 WHITE MUSTANG
 


Infelizmente ainda não existe vídeo no Youtube. Ouvir no Spotify AQUI.

Confesso que esta música não "entrou" logo de início, porque achei a introdução boring :P MAS ao final da primeira estrofe/início do refrão, quando entra aquela batida, com o tempo foi entrando e hoje posso dizer que gosto imenso desta música. Adoro o início subtil, a forma completamente libertadora (algo que também a caracteriza e que eu amo) como ela canta o refrão, o contraste entre a leveza da voz dela e a presença do baixo

Adoro como ela cresce, mesmo sendo uma música curtinha. Direta ao ponto.

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 SUMMER BUMMER

Pára tudo!!! Esta é a minha FAVORITA de todo o álbum. Aliás, eu sinceramente, gostaria que mais músicas fossem mais como esta, neste estilo :P Que alguns dos tais album fillers de que falei, fossem mais assim. 

 Que dizer? Do primeiro ao último segundo, esta música conquistou-me com apenas uma audição (e isso é raro). 

Entrou imediatamente e tem estado em repeat nas últimas semanas. 

Quer dizer, isto começa como "quem não quer a coisa", com aquela introdução típica LDR (que eu amei, pelo piano e pela forma como ela desvanece as palavras no fim de cada frase). Chega o segundo 42 e entra aquela batida (sim, eu sei que digo a palavra "batida" muitas vezes, sou uma leiga a analisar música com termos técnicos, vocês percebem :P ). Mata-me logo ali! 


E AQUELE REFRÃO... 


Hip-Hop in the Summer
Don't be a Bummer babe 
Be my undercover lover babe 
Hm 

High Tops in the Summer 
Don't be a Bummer babe 
Be my undercover love babe
Hm 

(aquele "hm"........ ai o meu coração!!! my heart skips a beat


Aquela bridge em rap, encaixa tão bem na perfeição (e eu não sou assim grande apreciadora de rap, só se for muito bem feito) com tudo. Dá, lá está, aquele ar gangaster e badass que ela banhou neste álbum e que lhe fica tão bem. Os constantes "why?", "what?", "yeap", lá no fundo. Dá uma pausa inacreditável. Uma sensação de poder! 

Aquela bridge dela, mais uma vez, a tocar nos temas tão certos para ela, com um ar tão sôfrego:

White lies and black beaches 
Miles in between us 
Is this love or lust or some game on repeat? 
It's like makin' me crazy 
Tell me, "have patience" 
Baby, I need this 
White lines and black beaches 
White lies and black beaches 
And blood red sangrias 
We traveled for weeks, just to escape your demons 
But you've got your reasons In makin' me crazy 
But you've got your reasons 
White lies and black beaches 

A repetição e troca de frases que rimam, num estilo tão próprio. E a forma dela cantar ainda confere mais magia à própria letra. Adoro a forma completamente "estou-me a c*gar para tudo" com que ela canta, quando ela diz "don't be a bummer" ("não sejas uma seca", do género, junta-te a este meu lado mais negro mas ao mesmo tempo completamente a lixar-se para tudo, com aquele olhar gélido dela), juntamente com um ar (quase) sofrido com que ela acaba as frases, quase que a perder a respiração e a vontade de viver mas de uma forma sexy até mais não.



Enfim...... SUMMER BUMMER é O SINGLE deste álbum. Perfeita do início ao fim. 

Está em repeat desde que saiu (faz semanas) e parece-me que assim vai continuar. Em casa, na rua, nos transportes, no carro......... Ouvir até me fartar! De preferência, com o volume no máximo e os níveis de baixo bem altos para se sentir aquele poder no corpo, quase como se o nosso coração e a música se sincronizassem. É assim que eu gosto de ouvir música.

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 GROUPIE LOVE
   

É a minha segunda favorita, e vem logo a seguir (literalmente) ao Summer Bummer.

AMO a leveza com que começa a música, a forma como cresce e....

O REFRÃO.

Aquele refrão!

A rendição, a entrega completas que eu sinto a ouvir ela cantar estas duas simples palavras, "Groupie Love".

Ela canta isto três vezes no refrão, sendo que nas duas temos uma batida consistente, com essa mesma batida a decrescer à terceira vez que ela canta. Mágico. Para mim, cantar isto é um autêntico mantra. 

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In My Feelings: está gira, mas não tenho nada de especial a dizer.

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COACHELLA  

Esta é das músicas onde, na minha opinião, se nota mais a influência de Clams Casino e eu adoro isso. Está uma canção simples, mas tão, tão bonita. 

Adoro esta parte da letra: 

What about all these children
And all their children's children
And why am I even wondering that today
Maybe my contribution
Could be as small as hoping
That words could turn to birds and birds would send my thoughts your way

O refrão tem uma melodia engraçada, diferente, original. 

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God Bless America: aqui se vê bem as influências nacionalistas e bem marcadas pela realidade política que se vive nos EUA hoje em dia (Donald Trump). Musicalmente, está bonita, mas nada de ultra especial. :P

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 WHEN THE WORLD WAS AT WAR, WE KEPT DANCING 
 
 Infelizmente, ainda não disponível no Youtube. Podem ouvir no Spotify AQUI.

Para começar, adoro o título da música. Passa uma mensagem de positivismo, de esperança, de keep on going numa sociedade que vive uma guerra prestes a estalar e de alguma forma silenciosa.

Mais uma vez, a influência da realidade política que se vive nos EUA hoje em dia.

Is it the end of an era? Is it the end of America? Is it the end of an era? Is it the end of America? 
No, it's only the beginning 
If we hold on to hope 
We'll have a happy ending 
When the world was at war before 
We just kept dancing 
When the world was at war before
We just kept dancing

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Beautiful People, Beautiful Problems: ao início gostava, mas agora que ouvi mais vezes, não acho nada de especial. Está bonita, só.

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 TOMORROW NEVER CAME

   

 Infelizmente, anda não disponível no Youtube. Podem ouvir no Spotify AQUI.

Esta música é tão, tão, tão LINDA. É a mais simples, bonita, enternecedora do álbum, na minha opinião. Ainda não tinha pensado nessa questão, até que o meu melhor amigo (também ele fã acérrimo da LDR), mas esta canção está pejada de influência de The Beatles - aliás, não é por acaso que é cantada em conjunto com o Sean Lennon, filho mais novo do John Lennon. Depois dele me dizer isso, ainda passei a adorar mais esta canção. Podia ser perfeitamente uma música de The Beatles.
O refrão a duas vozes (como eu AMO, coros, vozes conjuntas e segundas vozes), é algo de MA-RA-VI-LHO-SO. Fico com arrepios de tão bonita que é.

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 HEROIN

 

Disponível no Spotify, AQUI

Confesso que não "pegou" logo de início e continuo a achar que a música é um bocado seca até ao minuto 3'27. Neste momento, a música passa de boring a épica. Adoro o sofrimento como ela canta aqui, até voltar a ser boring durante um minuto e acabar outra vez com aquela epicness toda. 

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Change: um album filler completo, já há dezenas de músicas "iguais" a estas, Lana. Era escusado. 

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Get Free: uma cópia da "Creep" dos Radiohead (e eu sou a maior fã de Radiohead, mas esta música não é nem de longe nem de perto as que mais gosto deles). Achei uma cópia descarada, um plágio descarado e ainda por cima, nem está nada de especial. Ok Lana, podias ter feito uma cover da música deles, mas assim? Muito fraquito :P 


Estas duas últimas músicas só encheram o álbum sem necessidade. 

Em suma: apesar dos album fillers, e de ser demasiadamente longo, este álbum ARRASA por completo porque as músicas que são boas, são MUITO BOAS. Está um álbum coeso, fiel ao estilo Lana Del Rey mas com introdução de novos elementos (os quais eu adoro). Prova como ela se reinventa, nunca deixando de ser ela própria.

ADORO!!! 

 Mas dou só um 9/10 precisamente porque ela repetiu-se um bocadinho mais do que devia.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Das memórias desconhecidas e inesperadas

Ontem numa troca de impressões com a figura paternal veio à baila o "All The Things Must Pass", álbum do George Harrison, de 1970, que, conscientemente, me passou ao lado. Afinal de contas, já tinha o "Concert for Bangladesh"  que muito me apraz e acaba por servir de best-of do primeiro.

Mas, ao ouvir once again  "o álbum é mesmo bom" e que "há umas canções muito boas que queria passar para bobines", lá fui adquirir o dito para ele matar saudades e também a minha curiosidade perante a opinião dele.

And what ya know? Ele tinha razão once again. 

Ficam aqui duas da génese desde episódio que mostram, à semelhança de outros - a insistência em me mostrar a canção "Primitive Painters" dos Felt, por exemplo (matéria para um outro post, talvez) - que seja por coisas antigas ou recentes a opinião dele é uma referência.


Um "pequeno monstrinho" que mostra que o 3º Beatle é um compositor fenomenal


Um mega-monstro de canção!