domingo, 6 de setembro de 2015

Changes

E haviam estas pequenas



Para as quais queria uns pés destes... (que o Sénior Cunha tinha)


Mas em troca recebi isto



E ficámos assim :)





We do enjoy it quite a lot!


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Tame Impala

Sou uma late-adopter, de praticamente tudo (música, tecnologias, sites e redes sociais...). Isto significa que raramente adiro às modas, só adoptando grande parte das coisas depois do "hype" passar! 

Isto passou-se com Tame Impala. Ouvi-os no Super Bock Super Rock no verão passado, mas ainda não tinha aderido ao hype nessa noite, por isso não aproveitei o concerto como devia ser. Mas fiquei com o aquele bichinho atrás da orelha. Lembro-me de comentar com ele: "isto é muito bom!". Lembramo-nos os dois, perfeitamente, desse momento.

Passadas umas semanas, era ver-me a ouvir o álbum Lonerism em repeat.

E arrependida por não ter aproveitado o concerto quando tive oportunidade!

Lonerism é o meu primeiro vinil, oferecido por ele! Foi dos melhores presentes que alguma vez recebi!



O novo álbum deles é apelativo (ainda não tive oportunidade de ouvir todo com mais atenção, por isso ainda não posso tecer mais comentários acerca), ainda assim, para mim nada bate o Lonerism. É um dos meus álbuns favoritos, com especial destaque para:


É que eu nem tenho palavras para descrever o quanto eu AMO esta onda psicadélica. Transporta-me para outra dimensão, literalmente... como se ficasse num estado de êxtase.

Foi com enorme pena que não pude ir ao Festival Paredes de Coura, onde actuaram na noite de ontem, mas com a melhor companhia possível, pude ouvir a transmissão do concerto em directo através da Vodafone.fm e gravar parte do concerto em bobine.

Diga-se que todo este processo "hipster" e hiper-raro nos dias de hoje (gravar em fita nos dias de hoje? E com um gravador de bobines? Parvoíce...). Mas foi mesmo assim e gravou-se o stream da Vodafone FM...

Aqui ficam duas pequenas amostras:






(como amo serões assim... :) )




domingo, 26 de julho de 2015

As dores da minha existência #2

Tudo é em vão, e nada é em vão.

Já por dois momentos (determinantes) na minha vida me disseram que não sou uma pessoa kármica. Que sou livre de rancores, raivas, ressentimentos. Que tenho uma alma jovem e que pouco sofreu. Apesar de algumas revoltas que em mim residem, mas que não me tiram o sono.

Mas não sou livre de dores e questionamentos. Escrevo sobre a existência para fazer algum sentido dela porque no fundo sei que assa mesma existência é uma coisa vã.

Mas não o é.

O facto de ser e não o ser ao mesmo tempo é a minha grande dor de existência.

Mas é uma dor tranquila, uma dor pacífica, uma dor que, também ela, não o é. Pois já aceitei a frivolidade da dor, da existência, do ser, de mim, do mundo e de tudo. E de nada.




terça-feira, 14 de julho de 2015

Repeat


Pancas Musicais #1

Esta não é a minha canção preferida dos New Order (vá, Joy Divison para os puristas), ou a canção da minha vida.


É A canção da qual eu tenho mais versões ao vivo. E tivesse eu mais e mais versões, julgo que esta continuaria a ser a melhor (desconte-se a qualidade merdosa do Youtube, que vale o que vale).